Resenha: As Vantagens de Ser Invisível

A resenha dessa semana e que ficará em destaque aqui no blog é de As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky. É uma obra excelente e já muito conhecida, publicada aqui no Brasil em 2007 e que combina perfeitamente com esse mês que já vem chegando ao final mas que rolou a campanha do Setembro Amarelo, da conscientização de prevenção do suicídio. Esse é um bom momento para pegar esse livro e ler, tenho certeza que você não vai se arrepender!

As cartas de Charlie, o narrador, são envolventes e vão nos fazer ficar grudados nas páginas até desvendarmos as questões e conflitos que envolvem todos os personagens dessa história – e que nos apegamos bastante.

Confira no vídeo abaixo a resenha completa do livro, além de alguns comentários e comparações com o filme homônimo! (mais…)

Resenha: Crenshaw, de Katherine Applegate

O Book da Semana que ficará em destaque aqui no blog é Crenshaw, um lançamento do selo jovem Plataforma 21 e a autora é a Katherine Applegate. É uma obra classificada como infanto-juvenil mas que pode ser lida e apreciada por qualquer um, independente da idade.

Com a ilustre presença de um amigo imaginário chamado Crenshaw, a autora consegue retratar de forma ao mesmo tempo divertida e delicada a maneira criativa que uma criança pode encarar certos problemas como pobreza e fome.

Sem falar que o menino Jackson é uma graça como narrador e protagonista, além do enredo ser realmente tão lindo quanto a capa. Não tem como não se apaixonar por esses dois grandes amigos!

A resenha completa está no vídeo abaixo! (mais…)

Resenha: Adormecida, de Anna Sheehan

A obra de Anna Sheehan não é exatamente uma versão moderna de A Bela Adormecida, mas uma história totalmente nova que apresenta certa intertextualidade com o conto de fadas.

Trata-se da história de uma menina que é despertada após ter dormido durante muitos e muitos anos num “tubo de estase” (assista ao vídeo e descubra o que é isso). Mas em vez de haver um príncipe encantado apaixonado e ansioso para casar com ela e viverem felizes para sempre, o destino de Rose Fitzroy está bem longe disso: ela tem uma série de problemas bem cabeludos a enfrentar. Digamos que o menor deles é o fato de ela não conhecer mais ninguém num mundo que mudou completamente.

Um conflito bem legal de se explorar mas com um desenrolar que deixou um pouco a desejar.

Não acho que o final tenha sido ruim, até porque não tinha muito como fugir do que acontece conforme a história foi construída (a não ser que a personagem se entregasse numa depressão profunda e vivesse infeliz para sempre, ou que o plastine – leia o livro! – conseguisse matá-la e fim!). Na realidade o problema principal foram as bases, a maneira em que a história foi desenvolvida. (mais…)